blog do carlos franco

publicidade e tendências de consumo
TERRA_CREATE4FREE
Calendário
    <  Julho 2007  >
    S T Q Q S S D
                1
    2 3 4 5 6 7 8
    9 10 11 12 13 14 15
    16 17 18 19 20 21 22
    23 24 25 26 27 28 29
    30 31          
TERRA_ARCHIVES
TERRA_LINKS
TERRA_SYNDICATE
TERRA_HOM_TERRABLOG

11.07.07

TERRA_PERMA_LINK 09:00:35. TERRA_POSTED_BY pierofranco

Joyce Pascowitch ou Cesar Giobbi???

A revista digital www.revistapublicitta.com.br quer saber qual colunista social você gostar de ler mais. Entre e vote na enquete.
TERRA_COMMENTS (2)
TERRA_PERMA_LINK 08:59:00. TERRA_POSTED_BY pierofranco

Hildegard Angel ou Marcia Peltier???

A revista digital www.revistapublicitta.com.br quer saber qual colunista social você mais gosta de ler. Entre e vote na enquete.
TERRA_COMMENTS (0)
TERRA_PERMA_LINK 08:58:05. TERRA_POSTED_BY pierofranco

Monica Bergamo ou Cesar Giobbi???

A revista digital www.revistapublicitta.com.br quer saber qual colunista social você mais gosta de ler. Entre e vote na enquete.
TERRA_COMMENTS (0)

03.07.07

TERRA_PERMA_LINK 04:46:19. TERRA_POSTED_BY pierofranco

Diário da solidão

Diário da solidão


Arrumando a estante de casa, que está uma bagunça, me deparei com um dos livros que resenhei para o caderno Idéias e me abateu uma sessão nostalgia de um texto muitíssimo bem escrito, que me tocou durante a leitura. Busquei, então, em arquivo digital onde guardo resenhas feitas para Jornal do Brasil, o que havia escrito sobre o livro naquela época. O resultado é esse que compartilho com os leitores da www.revistapublicitta.com.br



Pobres partículas solitárias
À beira da morte, cientista que levou uma vida de isolamento decide
aprender a amar e escolhe uma criança como alvo de todo o seu afeto


´´Por favor, deixe que eu ame você. É divertido. É como adorar uma pedra``. Benedikt August Anton Cecil August Conde Waller von Wallerstein é mesmo uma pedra. Um homem só, que se dedica ao estudo dos sólitrons, partículas que vivem solitárias e mesmo quando colidem com outras, voltam a seguir seu curso. A escritora americana Irene Dische, porém, coloca à prova a teoria matemática do personagem central de Acordes tristes de uma valsa alegre, livro que escreveu em 1993, fazendo-o colidir com a vida em meio aos escombros do muro de Berlim e da reunificação da Alemanha.
Com o mesmo tratamento refinado, por vezes barroco, que Lucchino Visconti dava a seus filmes, Irene expõe, no livro, as reações do aristocrata e decadente Benedikt diante do novo. A Aids, que Irene apenas sugere, é o elemento de colisão que irá bombardear o universo de Benedikt por meio da ex-governamenta alemã oriental de Albert Einstein, uma imigrante russa e seu filho.
Tudo começa quando a irmã de Benedikt, Dolly, sugere que ele precisa amar e que seria mais fácil começar por uma criança. A partir de um anúncio em jornal _ Senhor solteiro com doença incurável procura criança, de preferência ainda pequena, para ser adotada _ o personagem de Irene e o livro ganhamem velocidade e constrastes. Benedikt substitui as conversas sisudas da academia, a troca de informações matemáticas pelo bom humor da espera, a esperança de que com a chegada do novo, algo irá acontecer.
Acontece. Com Valerie, a criança russa e sua mãe, e mais a ex-governanta de Einstein a história tomará novos rumos. As relações, sob o pano de fundo de uma nova Alemanha, começam a ser estabelecidas, reestabelecidas e desintegradas.
Cenas fortes são relatadas seguindo o ritmo de uma partitura em desalinho, do allegro ao majestoso para desaguar no minueto. A vida para essa escritora americana, que mora em Berlim, se deixa levar por aquilo que está à sua volta. Resta a tentativa de refúgio ou entrega ou mesmo as duas coisas alternadas ou nessa ordem.
É nessa tentativa de lidar com a morte iminente, o processo de cisão, decisão de um país que se reconstitui em universo único e não mais em conjuntos de sólitrons, que residem os motivos que levam Irene a fazer sucesso no meio editorial cult dos Estados Unidos.
E é justamente essa expectativa, estimulada por fatos singulares como a trupe que irá passar a acompanhar os dias de Benedikt, que faz com que o leitor consiga superar algumas páginas em que Irene se perde nas descrições barrocas dos ambientes e dos fatos históricos para reencontrar a história de Benedikt. Irene tem uma fixação pelo detalhismo. A vida de seus personagens é cheia de detalhes, muitas vezes exaustivos.
Os Acordes de Irene, no entanto, não são apenas mais um livro sobre Aids que chega às livrarias. Ele vai, para o leitor mais atento e paciente, um pouco além na sua tentativa desconstrutivista de provocar a convivência de opostos. ´`Era uma vez um homem que queria entender a vida. E ele pensou: para entender a vida, é preciso entender o vazio _ o nada. Então, ele sentou embaixo de uma macieira, e esvaziou seu cerébro de tudo que já havia conhecido. E, de repente, começaram a cair flores em cima dele``, conta Benedikt ao menino Valerie, quando começa a superar o vazio.
Essa é a promessa de Irene. Flores para quem conseguir romper com os solitróns de Benedikt. Ir além dos jardins intricados da aristocracia, dos preconceitos, conseguir ultrapassar o muro invisível e reunificar-se com seus iguais, opostos e o mundo singularmente novo.
A Berlim onde vive Irene exerce sobre ela e seus personagens grande influência. No livro de contos As judias: Histórias de Berlim e Nova Iorque (The Jewess: Stories from Berlin and New York), Irene antecipava essa fixação pelos aromas, as cores, as texturas e a própria proposta de despir para reconstruir, como fizeram os próprios arquitetos alemães, da límpida Bauhaus ao caos pós-moderno, onde Irene, por vezes se perde, e por vezes se encontra, justamente quando se despe.

Publicado em 09/03/1996 no caderno Idéias Fonte: JORNAL DO BRASIL

TERRA_COMMENTS (0)
TERRA_PERMA_LINK 04:40:35. TERRA_POSTED_BY pierofranco

Conforto de estilistas


 

Comfort dará às mulheres um completo guia de estilo, unido a muito conforto e bem-estar. A marca de amaciantes mais querida das consumidoras faz sua estréia no mundo fashion em uma inédita parceria com cinco das principais estilistas do Brasil: Fernanda de Goye, Giselle Nasser, Giuliana Romano, Juliana Jabour e Rita Weiner.

As especialistas em moda farão parte de uma nova ação de marketing do produto, focada no jeans, para reforçar o atributo de maciez que Comfort oferece às roupas. O jeans foi escolhido por ser uma das peças mais “duras” do armário e, portanto, é um forte ícone para demonstrar os benefícios do amaciante. Comfort possui atributos especiais capazes de garantir e proporcionar excelente maleabilidade ao tecido. Além disso, trata-se de uma peça universal, democrática e associada a momentos de bem-estar.

Em um exclusivo editorial, que circula na edição de julho das revistas Claudia, Marie Claire e Nova, Fernanda de Goye, Giselle Nasser e Rita Weiner, respectivamente, abrirão seus closets para mostrar suas roupas mais confortáveis. Todos os publi-editoriais levam a assinatura de Comfort, com dicas para as consumidoras deixarem seus looks mais gostosos de usar e, assim, se sentirem bem. Além disso, a marca estará na terceira edição do especial Elle Jeans com as dicas de Fernanda de Goye.

Ainda em julho, o programa Mais Você (Globo) exibirá vídeos em que as estilistas Fernanda de Goye e Giuliana Romano falam sobre a importância de uma roupa macia e confortável para compor o look ideal. Em seguida, Ana Hickman, do Hoje em Dia (Record), mostrará às consumidoras os benefícios de Comfort. Em uma ação inédita, Ana abrirá seu closet mostrando suas roupas preferidas, dando dicas de moda, ressaltando a influência que roupas gostosas e confortáveis têm no dia a dia e como as mulheres se sentem ao vesti-las.

O novo filme da marca, que tem o jeans como ícone, entrou no ar em 28 de maio. O comercial é protagonizado pela personagem Jeannie, uma charmosa boneca de pano que desfila de maneira leve e flexível com seu jeans superconfortável lavado pelo produto. O Slogan escolhido é: “Se um jeans tratado com Comfort fica muito mais macio, imagine suas outras roupas”.






TERRA_COMMENTS (0)
TERRA_MAIN_NEXT_PAGE